Entenda como resolver tudo no divórcio de uma vez: bens, guarda, visitas e pensão.
Entenda como resolver tudo no divórcio de uma vez: bens, guarda, visitas e pensão.
Nem todo fim é simples. Mas formalizar a separação no papel é o que garante liberdade jurídica e fecha o ciclo de vez.
Se não há acordo, o patrimônio vira disputa. Definir quem fica com o quê evita brigas futuras e protege o que é seu por direito.
Quando a guarda não está clara, a vida da criança vira um campo de incertezas. Estabelecer isso com equilíbrio evita desgastes e protege os filhos.
“Visita quando der” não funciona. Um bom acordo define os dias, horários e evita discussões a cada fim de semana.
Pensão mal combinada vira problema. O valor certo, nos termos certos, traz segurança para quem paga e estabilidade para quem recebe.
O que acontece se não resolver tudo de uma vez só?
Muita gente se separa achando que basta sair de casa. Mas deixar guarda, visitas, bens e pensão em aberto é como sair e deixar a porta destrancada. Mais cedo ou mais tarde, o problema volta. Maior, mais caro e mais difícil de resolver.
Cada ponto mal resolvido vira uma nova briga. Patrimônio, filhos, pensão, visitas. O que era pra ser um fim claro vira um ciclo de processos, mágoas e desgaste. Resolver tudo de uma vez é o jeito mais inteligente de proteger seu tempo, seu dinheiro e sua paz.
Como saber se está tudo pronto para seguir em frente?
Existe Acordo?
Não precisa ser perfeito, só precisa ter diálogo. Se os dois estão dispostos a resolver, é possível seguir pelo caminho consensual. E desde 2024, isso pode ser feito pela Justiça ou direto no cartório.
Todos os pontos importantes foram discutidos?
Bens, guarda, visitas e pensão. O que fica de fora hoje vira briga amanhã. Só dá pra encerrar de verdade quando tudo está acordado.
Estão prontos para encerrar de vez?
Não precisa ser perfeito, só precisa ter diálogo. Se os dois estão dispostos a resolver, é possível seguir pelo caminho consensual. E desde 2024, isso pode ser feito pela Justiça ou direto no cartório.
Contamos com duas sedes físicas nas cidades de São Paulo e Santo André, onde realizamos atendimentos presenciais personalizados para nossos clientes.
Também atendemos clientes de forma online, em âmbito nacional. Atualmente temos clientes em mais de 15 estados do Brasil, incluindo São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Paraná, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Bahia, entre outros.
Temos tudo o que os nossos clientes precisam para atendê-los de forma digital desde a consulta, defesa no processo de família ou realização de acordos, recursos, reuniões e assinatura de documentos, por exemplo.
Conheça o Dr. Fellipe Dominguez. Graduado pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo e especialista em Direito de Família e Sucessões pela Escola Brasileira de Direito (EBRADI). Responsável pela área de Direito das Famílias e Sucessões no Giacaglia Advogados, atua com foco técnico em ações de guarda, alimentos, divórcio, união estável, inventário e planejamento patrimonial e sucessório, conduzindo cada caso com precisão jurídica, estratégia processual e atenção às particularidades de cada núcleo familiar.
O divórcio consensual ocorre quando o casal não vê problemas para decidir sobre todas as questões essenciais relacionadas à separação, tais como divisão de bens, guarda dos filhos e até eventual pensão alimentícia, permitindo, assim, que o processo seja rápido, menos custoso e emocionalmente mais tranquilo.
Definir claramente a guarda dos filhos no divórcio é importante, sobretudo, para proteger o bem-estar das crianças, garantindo que elas continuem recebendo cuidado, afeto e segurança, mesmo após a separação dos pais. Uma definição objetiva da guarda traz organização para a vida familiar, reduz conflitos entre os pais e proporciona estabilidade emocional aos filhos, permitindo que eles tenham um desenvolvimento saudável.
A convivência com os filhos deve ser dividida de maneira justa porque isso é essencial para garantir o desenvolvimento emocional saudável e equilibrado das crianças. A visita a cada 15 dias dá ao genitor, em 365 dias em um ano, apenas 26 oportunidades de ver seu filho, impactando diretamente o emocional da criança.
A pensão alimentícia não é obrigatoriamente fixada em 30%, mas sim avaliando as possibilidades de quem vai pagar a pensão, e a necessidade de quem vai receber esse valor, dependendo de uma série de fatores que podem ser combinados, em conjunto, entre as partes de um divórcio consensual.
Depende do tipo de divórcio. O divórcio extrajudicial, realizado em cartório, costuma levar apenas alguns dias ou poucas semanas. Já o divórcio judicial consensual, em que o juiz apenas valida o acordo das partes, geralmente demora poucos meses, enquanto o litigioso, que envolve disputas e decisões judiciais, pode se prolongar por anos.
A união estável não é igual ao casamento porque, embora ambas reconheçam relacionamentos e garantam direitos, a união estável não exige formalização oficial, basta a convivência pública, contínua e duradoura com o objetivo de formar família, enquanto o casamento demanda cerimônia civil, habilitação e registro, o que confere maior segurança jurídica. Além disso, no casamento escolhe-se previamente o regime de bens, enquanto na união estável aplica-se automaticamente o regime da comunhão parcial.
Na partilha de bens do divórcio consensual, entram todos os bens adquiridos durante o casamento, tais como imóveis, veículos, contas bancárias, investimentos, FGTS gerado e verbas ainda existentes (férias, 13º), desde que não tenham sido gastos. Não entram no rateio os bens particulares, isto é, os que cada cônjuge já possuía antes do casamento; as heranças e doações recebidas individualmente, mesmo durante a união; presentes pessoais, instrumentos de trabalho, objetos de uso íntimo, salários, pensões e indenizações. Isso assegura que cada um mantenha aquilo que é de sua origem exclusiva, preservando direitos e evitando injustiças.
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